<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-11168336</id><updated>2011-07-14T20:47:48.728-04:00</updated><title type='text'>Congresso de Viena</title><subtitle type='html'>O Congresso de Viena  (1 outubro de 1814 - 9 de junho de 1815) foi uma conferência entre embaixadores das maiores potências Européias, que ocorreu em Viena, Áustria.Seu propósito era redesenhar o mapa político do continente após a derrota da França napoleonica. Devemos notar que nunca ouve um Congresso de Viena de fato, já que as potências nunca se encontraram em uma sessão plenária. A maioria das discussões ocorreram em sessões informais.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://congressodeviena.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://congressodeviena.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Dominique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18067597834368032699</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>26</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11168336.post-111939274188502866</id><published>2005-06-21T18:20:00.000-04:00</published><updated>2005-06-21T18:25:41.890-04:00</updated><title type='text'>PARTICIPAÇÃO DO TIO SAM NA CONFERÊNCIA DE BERLIM</title><content type='html'>Terminou hoje a Conferência de Berlim iniciada ano passado e contando com a presença de 14 países, dentre eles os Estados Unidos da América. Por trás de discursos envernizados com a linguagem erudita de expansão da civilização e do livre comércio, foi definida a divisão da África.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentre as diversas questões abordadas, é memorável a atuação enérgica da Rainha Vitória defendendo a resolução diplomática dos conflitos e a postura rígida de Bismarck ao evocar inicialmente o Princípio da Ocupação Efetiva na tentativa de deslegitimar a ocupação belga do Congo. Também foi interessante a participação de Portugal, referindo-se ao conceito de direitos humanos e da Sociedade Civil questionando se esses de fato existiriam no Congo. Apesar da acalentada discussão, a Bélgica não pode afirmar nada sobre isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas nada superou a atuação da potência em ascensão, os Estados Unidos da América. Os EUA defenderam a importância do livre comércio, sendo esta a porta para o desenvolvimento da África, e ratificaram seu apoio a missão humanitária de Leopoldo II. Algumas delegações se confundiram ao associar a Doutrina Monroe com um projeto de imperialismo na América, mas logo o impasse foi definido quando se explanou que essa medida é puramente defensiva. Dessa forma, os EUA tiveram uma atuação fundamental ao assumir sua obrigação moral para com o Congo, entendendo que tal missão civilizatória é de extrema necessidade para o desenvolvimento do país.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11168336-111939274188502866?l=congressodeviena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://congressodeviena.blogspot.com/feeds/111939274188502866/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11168336&amp;postID=111939274188502866' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/111939274188502866'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/111939274188502866'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://congressodeviena.blogspot.com/2005/06/participao-do-tio-sam-na-conferncia-de.html' title='PARTICIPAÇÃO DO TIO SAM NA CONFERÊNCIA DE BERLIM'/><author><name>Julia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13085478313416671779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11168336.post-111896361010716533</id><published>2005-06-16T17:40:00.000-04:00</published><updated>2005-06-16T19:13:30.113-04:00</updated><title type='text'>Mais outra Revolução</title><content type='html'>Nos dois textos(introdução do livro A Força da Tradição, Arno J. Mayer e capítulo IV do livro Introdução a História Contemporânea de G. Barraclough)a ênfase dada é na segunda revolução industrial, ocorrida na segunda metade do século XIX, todavia, os enfoques são diferentes, o que torna a comparação baseada en aspectos mais sutís. No texto de Barraclough, a ótica de relações internacionais impera, demonstrando as potências imperialistas e suas disputas pelo domínio, principalmente asiático. Se estabelece nesse texto que é nessa época que tem início um crescimento de potências extra-européias (como o próprio autor as denomina) que seriam os Estados Unidos da América e a Rússia. É estabelecido inclusive as disputas desse período como sendo as causas primeiras da bi-polarização que viria a ocorrer apenas na segunda metade do século XX entre esses mesmos dois países.Cabe ainda nesse parágrafo estabelecer o que seriam Estados imperialistas. Esses Estados seriam aqueles que com o desenvolvimento da segunda-revolução industrial necessitaram um aumento de fornecimento de matérias-primas, mercado consunmidor e ainda, para alguns autores, escoamento de capitais para investimento uma vez que a Europa estava saturada e não fornecia mais a mesma margem de lucro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No texto de Mayer, o enfoque é mais social. Ele desenvolve a questão da classe dominante manter ainda uma visão de que a base da riqueza é ter posse de terras. Percebe-se claramente nesse autor uma visão marxista que vê a manutenção do "ancien régime" até 1914. Para esse autor, a manutenção da aristocracia no poder político não impediu o desenvolvimento burguês, mas provavelmente o atrazou, uma vez que ele estabelece que paralelamente à visão aristocrática de domínio territorial, a manufatura de bens de consumo continuou a superar a produção de bens de capital na "participação na riqueza, produção e  emprego nacionais" dos Estados europeus. Há ainda um aspecto que caracteriza a visão marxista do autor, a partir do momento em que para ele os "magnatas fundiários" se fortaleceram quando souberam se adaptar à conjuntura da época e mantiveram uma consciência de classe e agiam segundo ela. Os burgueses por sua vez não desenvolveram uma consciência como essa e tentavam se aristocratizar. Nessa tentativa fortaleciam cada vez mais a ótica aristocrática e mesmo sendo uma tentativa de alcançar o poder político, não obteriam êxito, uma vez que ao chegarem ao seu objetivo a sua cultura já seria aristocrática e não mais burguesa, perpetuando o sistema ao invés de o modificar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui entra a comparação entre os dois textos. Barraclough estabelece uma "vitória" para os EUA, Japão e Rússia na corrida imperialista na Ásia. Ao se observar o texto de Mayer, percebe-se que há um continuismo na política européia, enquanto que os EUA e o Japão têm como classes políticas dominantes os burgueses, e fazem seus Estados agirem respeitando a sua ótica para que seus interesses sejam preservados. Claro que essa percepção prejudica o entendimento de como a Rússia obteve sucesso uma vez que era um estado absolutista e ao máximo conservador e mesmo o Japão, que após a Revolução Meiji transformara-se construindo uma visão burguesa mas que mantivera um estado absolutista. Todavia, nesses casos havia a questão da proximidade física que facilita a influência e não os torna tão estranhos quanto era um britânico ou um holandês, porque como está no texto de Barraclough, "a costa pacífica é tão Rússia quanto Moscou". Outro fator que favoreceu o Japão e o EUA, mas que acabou sendo uma questão teria atrazado a Rússia era a sua atuação em apenas uma esfera de influência. Para Barraclough, ter de dividir as forças entre a atuação na europa e na Ásia enfraquecia os Estados europeus, e o russo que estavam intimamente relacionados nos assuntos do "velho continente", porque haviam interesses diversos, e algumas vezes conflitantes, que tinham de ser atendidos ao mesmo tempo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O paralelismo entre os dois textos pode ser fortalecido ainda quando se destaca as visões imperialistas européia e estadunidense, nas quais fica claro os aspectos burguês e aristocráticos, o primeiro descartando aspectos que o último ainda valorizava como equilíbrio de poder. A visão européia se divide em dois momentos; um de pessimismo e um de otimismo. O momento pessimista teria durado até 1870, onde o sentimento de decadência européia era grande e que já se vislumbrava o crescimento das duas principais potências extra-européias. O momento otimista foi baseado em uma nova percepção da Europa. A Alemanha restaurada estaria reestabelecendo o equilíbrio do sistema e cria-se que o continente obteria vantagens na Revolução Industrial, que estava em andamento, com o desenvolvimento de tecnologias. Já a visão estadunidense estabelecia-se primeiro na consolidação territorial e só após esse aspecto sendo completo foi iniciado a expansão verdadeiramente dita,para além do continente e através do Pacífico. É fácil de se deduzir que nesse oceano era mais fácil para um "principiante" imperialista, uma vez que a atuação britânica era menos efetiva do que no Atlântico. Mais uma vez, o elo que unificaria os dois textos seria a visão burguesa uma vez que essa justificaria a rápida conquista territorial estadunidense e sua pronta expansão através do Pacífico e poyuco depois desse processo iniciado o comodoro Mathew Perry ameaçava os japoneses com a possibilidader de bombardeamento da sua costa. Já a visão dos europeus, não era muito diferente, mas a sua atuação era mais lenta.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11168336-111896361010716533?l=congressodeviena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://congressodeviena.blogspot.com/feeds/111896361010716533/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11168336&amp;postID=111896361010716533' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/111896361010716533'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/111896361010716533'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://congressodeviena.blogspot.com/2005/06/mais-outra-revoluo.html' title='Mais outra Revolução'/><author><name>Gustavo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950846832156222042</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11168336.post-111888499513010589</id><published>2005-06-15T21:21:00.000-04:00</published><updated>2005-06-15T21:23:15.136-04:00</updated><title type='text'>Respostas às perguntas</title><content type='html'>1) O Texto de Barraclough (Do equilíbrio de poder à era da política mundial) abrange todo o período de expansão imperialista do final do século XIX à Primeira Guerra Mundial. A 2ª Revolução Industrial teve impacto importante nessa época. Ao contrário da 1ª Revolução, ocorrida basicamente na Inglaterra pouco antes do alvorecer do século XIX, a segunda teve uma amplitude mundial. Durante a primeira metade do século XIX as potências européias buscaram desenvolver um parque industrial que pudesse competir com o inglês, a mais famosa destas tentativas foi o Bloqueio Continental, exercido pela França buonapartista. Com o advento da 2ª Revolução Industrial, outros países passaram a exercer importante papel no sistema internacional. Dentre estes não havia apenas Estados europeus, os EUA e o Japão também se lançaram no mundo industrializado e começaram a participar da corrida imperialista. O primeiro com possessões na América (Cuba) e na Ásia (Filipinas) e o segundo com territórios na China. Em suma, o principal fator de diferenciação entre as duas revoluções, foi o caráter abrangente, mundial da segunda, o que levou à criação de novos impérios e à maior participação das periferias (detentoras de matéria-prima) no contexto internacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) A Época Vitoriana viveu um momento denominado expansão imperialista. Esta fora o movimento das potências em busca de novos locais de investimento (já que a Europa estava saturada). Hobsbawn, em a Era dos Impérios, propõe uma nova visão sobre o momento, uma nova razão para a criação de novos impérios. Segundo ele, a explicação não seria meramente econômica, o fator político seria tão importante quanto este. A economia sufocada da Europa de 1880teria gerado um acirramento da concorrência no continente, o que levaria ao “Novo Imperialismo”. Porém, há o fato do “status”, uma potência, como diria Guilherme II e sua Weltpolitik, não queria apenas ser potência, queria ser reconhecida como tal. Essa questão seria tão importante que levaria Estados economicamente sanados, como os EUA e a própria Alemanha, a buscar colônias; nas Américas (caso dos EUA) na África (caso da Alemanha) e na Ásia (nos dois casos). Lênin contraria Hobsbawn nesse ponto, para o escritor russo, o Imperialismo seria uma forma de conter problemas sociais internos, agravados após a 2ª Revolução Industrial. A organização dos operários europeus começou a forçar a burguesia à expandir a economia com o intuito de evitar “ maiores problemas”. Essa organização do operariado, para Lênin, se daria pelo sufocamento do capitalismo na Europa, tendo que, portanto, buscar novos horizontes. O Imperialismo seria, de acordo com o célebre termo, “a etapa avançada do capitalismo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A 2ª Revolução Industrial e o Imperialismo estão intimamente ligados. As novas tecnologias e meios de produção levaram à criação de periferias no sistema internacional. Essas “novas”  regiões levaram a uma nova política dos países largamente industrializados. Um grande marco dessa época foi à criação de uma grande malha ferroviária ligando centros urbanos e encurtando distancias. São desse momento a Trans-siberiana, a linha ligando o Atlântico ao Pacífico dentro dos EUA. Foi criada uma nova ordem mundial e a vida social das grandes metrópoles mudou radicalmente. Com a 2ª Revolução Industrial o mundo cresceu e se tornou mais dinâmico. Houve uma mudança de foco, ao invés do eurocentrismo, o mundo presenciou o lançamento à política imperialista do Japão e dos EUA. A Inglaterra, antes hegemônica nos mares, teve que “aceitar” uma nova potência no ramo naval, o Império Alemão. A multipolaridade teve que ser internalizada às potências européias. São desse período a moderada Realpolitik e a agressiva Weltpolitik da Alemanha.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11168336-111888499513010589?l=congressodeviena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://congressodeviena.blogspot.com/feeds/111888499513010589/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11168336&amp;postID=111888499513010589' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/111888499513010589'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/111888499513010589'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://congressodeviena.blogspot.com/2005/06/respostas-s-perguntas.html' title='Respostas às perguntas'/><author><name>Daniel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04195607574958378372</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11168336.post-111852683290211907</id><published>2005-06-11T17:53:00.000-04:00</published><updated>2005-06-11T17:53:52.910-04:00</updated><title type='text'>2a. Revolução Industrial</title><content type='html'>Responda as questões abaixo e responda até QUARTA-FEIRA 15/06.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Diferencie a 1a. da 2a. Revolução industrial enfatizando o impacto de ambas na configuração do Sistema Internacional (G. Barraclough).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Defina Imperialismo, e discuta as definiçÕes de Lênin e Hobsbawn.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LIMITE: 1 paragrafo cada questão e mais um parágrafo de conclusão relacionando ambas as questões. Máximo de 15 linhas cada parágrafo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11168336-111852683290211907?l=congressodeviena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/111852683290211907'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/111852683290211907'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://congressodeviena.blogspot.com/2005/06/2a-revoluo-industrial.html' title='2a. Revolução Industrial'/><author><name>professor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11919576689326565821</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11168336.post-111832832420407092</id><published>2005-06-09T10:44:00.000-04:00</published><updated>2005-06-09T10:45:24.210-04:00</updated><title type='text'>Deustchland Uber Alles</title><content type='html'>“Alemanha acima de Tudo”. O momento mais feliz para nosso bravo e heróico povo germânico que aguardávamos com tanta ansiedade finalmente chegou. Ontem, com a noticia da rendição francesa, os últimos territórios prontos para compor o Segundo Reich agora já pertencem ao povo alemão. A Alsácia e Lorena. A alegria é geral, estamos vivendo para ver o nascimento de uma Alemanha unificada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É difícil imaginar um povo que tenha lutado tanto por sua unidade como o alemão. Nosso chanceler Otto von Bismarck foi de grande importância para que esse sonho virasse realidade. Há bem pouco tempo atrás, nossa pátria era dividida em mais de trinta micro-nações e vivíamos sob a tutela austríaca que exercia seu poder através da Confederação Germânica. Precisávamos de um primeiro passo rumo à liberdade e união. Foi então que a Prússia liderada por Bismarck, começou a disputar o domínio econômico unindo-se aos outros estados, fortalecendo ainda mais sua burguesia já em ascensão. Forma-se o Zollverein, ou União Aduaneira que é composta pela maioria dos estados germânicos, com exceção da Áustria. Com a economia praticamente unificada restava unir nossos territórios. Iniciam-se então as Guerras de Bismarck pela unidade territorial. A primeira das Guerras é contra a Dinamarca em 1864. Em uma união estratégica com a Áustria, a Prússia venceu a guerra e conseguiu obter um território de maioria germânica no Reino da Dinamarca. Outro foi deixado a cargo dos austríacos. Porém, devido à má administração que Bismarck acusou a Áustria de fazer desse território, uma nova guerra foi travada. A guerra das seis semanas, na qual nosso glorioso exército sob o comando do general Moltke humilhou a Áustria. Esse foi o passo decisivo rumo a unificação. Todos os territórios do norte se uniram à Prússia. Restavam apenas três micro-estados no sul para que a unificação estivesse completa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, a França entrou em cena com toda a sua arrogância, e sob a liderança do ex-imperador Napoleão III ousou  ir de encontro à candidatura do nosso príncipe Leopoldo de Hohenzollern ao trono de Espanha. Outra guerra então foi travada. Para proteger a integridade do povo germânico do sul que podia ser atacado pelos franceses, Bismarck propôs a união e a proteção a esses estados que prontamente aceitaram. A guerra Franco-Prussiana terminou como as demais, vitória da Prússia, vitória da Wermacht. Com a adesão dos últimos estados mais a incorporação da Alsacia e a Lorena finalmente o povo alemão está junto em uma só pátria, que nós protegeremos e faremos crescer. A Alemanha que agora nasceu como diz nosso hino é e esta acima de tudo e de todos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11168336-111832832420407092?l=congressodeviena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://congressodeviena.blogspot.com/feeds/111832832420407092/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11168336&amp;postID=111832832420407092' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/111832832420407092'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/111832832420407092'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://congressodeviena.blogspot.com/2005/06/deustchland-uber-alles.html' title='Deustchland Uber Alles'/><author><name>Igor Ferrari</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17610138408295797169</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11168336.post-111819805397131321</id><published>2005-06-07T22:13:00.000-04:00</published><updated>2005-06-07T22:34:13.976-04:00</updated><title type='text'>AS PARTES E O TODO</title><content type='html'>A Guerra da Criméia deixou explícito o fim do Sistema de Metternich, indicando a iminência de uma nova balança de poder na Europa. Neste contexto confuso, a atual Alemanha estava descentralizada em pequenos Estados autônomos, o que dificultava e atrasava seu desenvolvimento econômico. O sonho da integração alemã existia, mas estava abandonado desde o fracasso da Revolução dos poetas na Assembléia Nacional de Frankfurt. Isso até o aparecimento de uma figura extremamente conservadora e aristocrática&lt;br /&gt;que foi o grande realizador da unificação alemã: Otto Von Bismarck.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A unificação alemã teve sua fase econômica com a criação da &lt;em&gt;Zollverein&lt;/em&gt;. Essa união aduaneira que excluía a Áustria, unificou o mercado consumidor e garantiu a circulação de apenas uma moeda. Isso propiciou um rápido crescimento germânico baseado na produção de carvão mineral e ferro bruto. Já a fase política surgiu com as guerras travadas por Bismarck, o ‘chanceler de ferro’, na Guerra dos Ducados (1864), Guerra das Seis Semanas (1866) e Guerra Franco-Prussiana (1870-1871).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Europa era o centro financeiro e político do mundo, e a Alemanha estava numa transição política-econômica-cultural extraordinária, tornando-se uma grande potência industrial e militar. Bismarck recorreu a pratica do &lt;em&gt;Peitsche und Zuckenbrot&lt;/em&gt;, a política que alternava o chicote e o pão doce, baseando suas estratégias nas guerras e negociações diplomáticas. Mas para realizar a unificação alemã houve ênfase no uso da força. A troca da &lt;em&gt;Raison d'État &lt;/em&gt; francesa pela &lt;em&gt;Realpolitik&lt;/em&gt; alemã também aconteceu, mesmo que na prática a mudança não fosse consideravel. Para que o estado nacional único deixasse de ser um ideal abstrato e se consolidasse, os recursos do liberalismo político foram desprezados e imperou uma política de força – dita ‘de sangue e ferro’- capaz de moldar o novo estado alemão moldada pelo antigo sistema autoritário prussiano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa forma a política de Bismarck baseou-se no nacionalismo e militarismo, sendo esses dois capazes de unir os alemães em torno de um governo autoritário, inclusive fazendo-os abdicar de suas aspirações democráticas em troca da união política e infiltração da disciplina militarista em todas as esferas de suas vidas. Dentre outras conseqüências da unificação alemã é importante citar o surgimento do revanchismo francês, o fim do equilíbrio de Metternich, a &lt;em&gt;kulturkampf&lt;/em&gt; – guerra pela cultura – e a criação da Via Prussiana – compondo assim a revolução burguesa pelo alto, reforma educacional e universitária,... -. Também é pioneiro o próprio conceito de unificação, a idéia de juntar as partes visando obter um todo homogêneo, sendo capaz de agir de maneira mais efetiva interna e externamente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11168336-111819805397131321?l=congressodeviena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://congressodeviena.blogspot.com/feeds/111819805397131321/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11168336&amp;postID=111819805397131321' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/111819805397131321'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/111819805397131321'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://congressodeviena.blogspot.com/2005/06/as-partes-e-o-todo.html' title='AS PARTES E O TODO'/><author><name>Julia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13085478313416671779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11168336.post-111772261278056697</id><published>2005-06-02T09:50:00.000-04:00</published><updated>2005-06-02T17:51:18.120-04:00</updated><title type='text'>Manifesto ao Mundo</title><content type='html'>Para Marx, a questão da evolução de uma estrutura social para a outra ocorre através da ruptura. Essa visão se embasa na questão de que a única coisa que evolui de maneira linear são as forças produtivas que, à sua maneira, vão reestruturar a economia. O anacronismo gerado entre uma economia nova, com novas perspectivas e uma sociedade organizada em uma base que ainda é projetada sobre a organização econômica precedente gera o conflito que desencadeará o surgimento de uma nova sociedade, com uma nova classe dominante. Esse processo de transformação todavia tem um limite, que é a transformação do capitalismo em comunismo. O capitalismo é o último, e o mais curto, estágio da "dominação do homem pelo homem" uma vez que após ele virá o comunismo com uma igualdade entre todods. Quanto a ser mais rápido que os outros estágios é porque o sistema econômico incorporará à sua ideologia o constante desenvolvimento das forças produtivas, o que encaminhará o sistema ao colapso, pois mais rápido ocorrerá o desenvolvimento da chamada infra-estrutura em uma nova realidade. Cabe ainda ressaltar que o capitalismo é o responsável pela simplificação do conflito de classes, uma vez que apenas duas classes existirão, a dos proletários (explorados) e burgueses (donos dos meios de produção e por conseqüência exploradores), essa exploração pode ocorrer inclusive através da ideologia, como a ideologia nacionalista que possibilita a contenção das massas populares sem a utilização de força bruta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois dessa breve (e por conseguinte lacunosa) explicação sobre a teoria de marx, vou começar a focar-me um pouco mais no texto de Luis Fernandes " O Manifesto Comunista e o 'Elo Perdido' do Sistema Internacional". O texto começa explicando uma certa difernça entre as ideologias de Relações Internacionais, que seria uma junção de "territórios separados e especializados de saber nas universidades do mundo anglo-saxãodo século XX" com o pensamento marxista que é herdeiro da filosofia alemã que prefere uma concepção de que as realidades sociais são "totalidades historicamente constituidas". Os pensadores de Relações Internacionais veem em Marx um defensor de uma sociedade mundial, pois há no texto do "Manifesto comunista", uma convocação para que os proletários do mundo todo se unam uma vez que os burgueses do mundo todo já estão unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O autor então começa a analisar a criação e desenvolvimento capitalistas através da mesma ótica materialista do autor no qual se baseia o texto trabalhado. A centralização política se dá através da insatisfação dos burgueses com o controle político da aristocracia que não detinha mais a dominação econômica. Esse processo segundo o autor ocorre por causa do processo geral de centralização (de riquezas, população nos núcleos urbanos e terras, com uma perspectiva diferente da visão medieval da sua utilização). A formação desses governos fortes possibilitou ainda a criação de impérios coloniais, o Estado, sendo utilizado como instrumento dos burgueses e para facilitar a expansão do capital por todo o mundo, uma vez que é assim o seu caráter, insassiável , visando o lucro potencial de cada investimento. O desenvolvimento dos impérios coloniais não era a expansão do contato entre os povos, era uma forma de se sobrepor uma identidade nacional à outra, sendo assim mais um artifício dos burgueses de forma a manter o domínio sobre outros povos e sobre o proletariado, uma vez que a questão do nacionalismo é uma ideologia burguesa que visa conter as massas a fim de impedir a Revolução, incorporando toddos no ideário predominante,da classe que detem o poder político.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O autor critica a visão de Marx de que o capitalismo é fulminante, uma vez que existem espaços no Globo que ficaram alheios à sua expansão e que após a qual, ao serem inseridos nessa realidade não podem obter o mesmo nível de desenvolvimento adiquirido pelos países origem dessa organização econômica. É à essa forma desigual de inserção no Mercado Internacional que haverá disparidades entre os poderes político, militar e diplomático, uma vez que para a visão marxista todos os fatores advém da questão econômica, uma vez que é uma interpretação materialista do mundo. A analise que Engels e Marx fazem do surgimento do Estado Soberano europeu, é através da questão comercial, uma vez que o crescimento do comércio que possibilitou incrementos nas formas de produção. Segundo o autor, "(...) o manifesto  permite entender a separação-chave crucial para o entendimento do Sistema Internacional Moderno", isso porque o eke vê que a independência das esferas política e econômica viabiliza uma maior interação econômica entre as partes envolvidas no comércio. Contudo, não é só na formação do Estado que Marx pode ser interpretado, como o próprio autor diz: "(...) A contribuição fundamental do texto&lt;em&gt; (do Manifesto)&lt;/em&gt; para a teoria internacional reside na sua compreensão da articulação contraditória de processos transnacionais e internacionais na constituição capitalista do mundo moderno.".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11168336-111772261278056697?l=congressodeviena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://congressodeviena.blogspot.com/feeds/111772261278056697/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11168336&amp;postID=111772261278056697' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/111772261278056697'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/111772261278056697'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://congressodeviena.blogspot.com/2005/06/manifesto-ao-mundo.html' title='Manifesto ao Mundo'/><author><name>Gustavo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950846832156222042</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11168336.post-111759211614910032</id><published>2005-05-31T22:12:00.000-04:00</published><updated>2005-05-31T22:17:18.426-04:00</updated><title type='text'>A América chora a morte de seu Grande Libertador</title><content type='html'>Venezuela, 18 de dezembro de 1830 Ano: IX&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontem, 17 de dezembro de 1830, morreu o maior ícone da independência da América. Simon Bolívar, que lutou durante toda sua breve vida pela libertação de sua terra e seu povo da tirania espanhola, foi acometido pelo mal da tuberculose já há alguns anos, faleceu aos 47 anos na casa de seu grande amigo Joaquín de Mier.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nascido na colônia de Nova Granada (atual Venezuela) em 1783, foi criado pelo tio após a trágica morte de seus pais. Aos 16 anos foi completar seus estudos na Espanha, posteriormente visitou vários países, entrando em contato com diferentes realidades (desde a corte espanhola até a colônia cubana). Em 1804 foi à Paris onde assistiu à coração de Napoleão e foi apresentado às idéias de liberdade dos iluministas Rousseau, Voltaire e Montesquieu. Ao regressar para a América já considerava inevitável a independência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Venezuela se juntou à Sociedade Patriótica (grupo de famílias ricas favoráveis ao fim da colonização), sendo nomeado chefe de milícia por seu destaque com discursos inflamados. Buscando angariar fundos para sua causa foi à Londres em 1810, onde conheceu Francisco Miranda (antigo revolucionário venezuelano). Em 5 de julho de 1811, o Congresso Nacional declarou independência e Bolívar foi encarregado da defesa do Puerto Cabello. Derrotados pelas forças espanholas os revolucionários se exilaram. Já em 1813, Simon Bolívar, na província de Cartagena, comandou uma expedição militar à Venezuela, após alguns meses no poder uma nova aliança entre realistas, o clero e indígenas retomaram o poder, obrigando-o a se exilar na Jamaica. Criou então alguns planos para a libertação Venezuelana, contando com o apoio do presidente do Haiti. Finalmente em 1919, ao reunir deputados de seu país ao lado, apresentou um novo projeto de constituição onde havia a proposta para a formação de um novo Estado, a Gran Colômbia (Venezuela, Quito e Nova Granada). Com campanhas vitoriosas, entrou em Bogotá aclamado pela população como o “Grande Libertador”. Porém apenas em 1921, após a derrota completa das tropas reais, foi promulgada a constituição que criava a República da Colômbia e sagrava Bolívar como Presidente. Em 1822 o território equatoriano foi incorporado à república. Na reunião de Guayaquil se encontrou com outro herói americano, General San Martín. Após a decisão sobre a intervenção no Peru (que coube a Bolívar), este venceu mais uma vez as tropas reais e teve reconhecido plenos poderes na região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1826 o herói venezuelano realizou o Congresso do Panamá. Neste Bolívar buscou realizar seu mais antigo sonho, o de uma América unida, o Pan - Americanismo. Infelizmente, o congresso não atingiu seus objetivos, mas a política que se seguiu foi baseada em tal preceito. Porém, a situação não demorou a se deteriorar, com medo de que Bolívar buscasse um governo centralizador, camadas altas de regiões dissidentes iniciaram revoltas. Aos poucos, de herói, Bolívar foi recebendo uma imagem de tirano e acabou por perder todo o poder político culminado com a separação da Gran Colômbia em Venezuela e Colômbia e o fim do sonho de união dos povos americanos.Fora da política já há alguns anos, debilitado pela tuberculose, que lhe atribuía uma aparência bem mais velha, e desacreditado no futuro de sua nação, Simon Bolívar encontrou seu fim em São Pedro Alexandrino.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11168336-111759211614910032?l=congressodeviena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://congressodeviena.blogspot.com/feeds/111759211614910032/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11168336&amp;postID=111759211614910032' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/111759211614910032'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/111759211614910032'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://congressodeviena.blogspot.com/2005/05/amrica-chora-morte-de-seu-grande.html' title='A América chora a morte de seu Grande Libertador'/><author><name>Daniel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04195607574958378372</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11168336.post-111758593301781284</id><published>2005-05-31T20:30:00.000-04:00</published><updated>2005-05-31T20:36:06.150-04:00</updated><title type='text'>O "Primogênito" da América do Sul</title><content type='html'>Em 14 de maio de 1811, o Paraguai proclamou sua independência rompendo seu vinculo colonial com a Espanha, que estava sendo governada por José Bonaparte e não pelo rei legitimo Fernando VII. Madri por sinal, estava engajada nas guerras napoleônicas que envolviam todo o território europeu, fato que mais tarde irá se mostrar essencial para a revolução paraguaia. Analisaremos a seguir todo o processo de ruptura dos laços com metrópole, a consolidação da independência e os processos seqüências para formação deste que foi o primeiro país independente da América Latina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, tem de se levar em conta de que o Paraguai foi muito favorecido ao longo do seu processo de independência pela grande ausência de tropas espanholas de seu território. Uma vez que não possuía saídas para o mar, isso deixava a Espanha sem ter como agir ou abafar de forma mais punitiva as revoltas. Em segundo lugar, mesmo que a Espanha quisesse fazer algo, não podia, pois como estava lutando ao lado da França não tinha como enviar grandes exércitos para a América pois a marinha inglesa não permitiria. Por essa fraca presença espanhola na região, pelas condições geográficas e políticas que rondavam a América Latina, José Gaspar Rodríguez de Francia, mais conhecido como Dr. Francia, líder da revolução ao lado de Fulgencio Yegros conseguiu fazer a emancipação de seu país em 1811.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo em seguida, estourou a Revolução no Vice-Reinado da Prata. Fato que exigiu de Francia grande jogo de cintura e grande poder de articulação para fazer com que a Argentina desistisse de incorporar o Paraguai como parte da Confederação das Províncias Unidas liderada por Bueno Aires (isso correspondia mais ou menos aos territórios do antigo Vice-Reinado da Prata). Os argentinos desistiram da unidade e da incorporação paraguaia, mas em compensação relutaram muitos anos em reconhecer o Paraguai como país soberano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após isso, Francia induziu o congresso a nomeá-la presidente vitalício, com o título de “El Supremo”. A partir de então o Paraguai entrou em uma ditadura feroz com muitas perseguições e mortes. Porém El Supremo conseguiu realizar algumas reformas econômicas e administrativas de grande impacto e também transformou o Paraguai na maior potencia militar da época. Sua política foi de extremo isolacionismo, chegando a proibir até mesmo a imigração, mas conseguiu estimular a agricultura e a industrialização de seu país a níveis consideráveis. Permaneceu no poder até sua morte em 1840.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11168336-111758593301781284?l=congressodeviena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://congressodeviena.blogspot.com/feeds/111758593301781284/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11168336&amp;postID=111758593301781284' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/111758593301781284'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/111758593301781284'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://congressodeviena.blogspot.com/2005/05/o-primognito-da-amrica-do-sul_31.html' title='O &quot;Primogênito&quot; da América do Sul'/><author><name>Igor Ferrari</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17610138408295797169</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11168336.post-111697496811069405</id><published>2005-05-24T18:32:00.000-04:00</published><updated>2005-05-24T18:49:28.130-04:00</updated><title type='text'>O ESTOPIM DA INDEPENDÊNCIA  (TEXTO: AS ORIGENS DA INDEPENDÊNCIA DA AMÉRICA ESPANHOLA)</title><content type='html'>No texto são retratadas as causas que propiciaram a independência da América Espanhola. Na segunda metade do século XVIII, a Espanha bourbonica pretendia reformular as estruturas existentes ao invés de criar outras novas. Inicialmente, as colônias eram praticamente um reflexo da metrópole, porém as duas economias diferenciavam-se numa atividade fundamental, a produção de metais preciosos pela colônia. Houve um grande crescimento populacional, o que somado à uma demanda crescente por produtos agrícolas - na Espanha e mercado internacional -, aumentou a procura por terra nas colônias. Era vital melhorar as técnicas, comercializar a produção e remover os obstáculos ao crescimento. Foram feitas leis - como por exemplo a Lei do Milho de 1765 -, uma limitada distribuição de terras e e regulamentação do &lt;strong&gt;&lt;em&gt;comercio libre&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Tais medidas contribuiram para um crescimento econômico, o que não significou mudança social, de forma que o proprio &lt;strong&gt;comercio libre&lt;/strong&gt; foi questionado sobre que beneficios realmente trazia as colônias - ele realmente estimulava uns poucos setores da pordução colonial, porém deixava o monopólio legalmente intacto, de forma que as barreiras ao comercio internacional permaneciam as mesmas -.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto a Espanha permanecia com uma economia essencialmente agrária, a economia inglesa passava por mudanças revolucionárias devido a revolução industrial. A principal consequência deste processo foi que o comércio inglês com as colônias aumentou muito. O mercado da América Espanhola era importante de ser expandido sempre que possível, porém não era tão vital a ponto de ser encorporado ao império britânico. De qualquer forma, o visível contraste entre Inglaterra e Espanha - representado pelas antíteses de cresciemento e estagnação - teve um efeito podereso na mente dos colonos. Apesar disso, eles não eram consultados sobre a política exterior espanhola, tendo que pagar na forma de taxas os custos da guerra contra a Inglaterra. A partir de 1765, a resistência a taxação imperial se tornou constante e as vezes violenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Politicamente, o império espanhol na América se baseava numa balança de poder entre grupos poderosos divididos na administração, igreja e elite local. Os Bourbons centralizaram os mecânismos de controle e e modernizaram a burocracia, criando novos vice reinos e outra unidades de administração. O que a metropole achava que era um desenvolvimento racional, as elites coloniais interpretavam como um ataque aos interesses locais. A "Ordinance of Intendants" foi um intrumento básico de reforma bourbonica, fazendo mudanças estruturais e uma nova legislação. Mesmo havendo essa reforma administrativa, isso não necessariamente funcionou na América Espanhola. Os colonos acharam essa nova política inibidora e eles resentiram a intervenção da metrópole.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa forma, ficou explícito que a metrópole apenas se preocupava consigo mesma, com seu próprio crescimento. O papel da América permanesceu o mesmo, consumindo exportações espanholas, produzindo minerais e alguns produtos tropicais Nessas condições o &lt;strong&gt;&lt;em&gt;comercio libre&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; era o elo de dependência entre a metrópole e a colônia. Todos esses fatores juntos, adicionados a profunda crise de 1808, criaram na América uma crise de legitimidade política e poder. Também houve a ausência do monarca espanhol durante determinado período, o que agravou ainda mais a crise política. Todo o progresso feito pela reforma bourbonica da Espanha regrediu devido a revolução francesa, dando as colonias mais um motivo concreto para se fazerem independentes.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11168336-111697496811069405?l=congressodeviena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://congressodeviena.blogspot.com/feeds/111697496811069405/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11168336&amp;postID=111697496811069405' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/111697496811069405'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/111697496811069405'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://congressodeviena.blogspot.com/2005/05/o-estopim-da-independncia-texto-as.html' title='O ESTOPIM DA INDEPENDÊNCIA  (TEXTO: AS ORIGENS DA INDEPENDÊNCIA DA AMÉRICA ESPANHOLA)'/><author><name>Julia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13085478313416671779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11168336.post-111655389556418197</id><published>2005-05-19T20:50:00.000-04:00</published><updated>2005-05-19T21:51:35.570-04:00</updated><title type='text'>UNIDADE AMERICANA, DESMANCHE COLONIAL</title><content type='html'>Ocorreu ontem na Filadélfia, a culminancia de um processo iniciado no fim da guerra dos 7 anos e cujas conseqüencias tão cedo não poderemos avaliar. Ontem foi divulgada a carta de Independência dos Estados Unidos da América. Não se sabe ao certo o teor da declaração que encerrou o segundo congressocontinental da Filadélfia. Todavia, fontes nos informaram que o que se destaca na carta é a defesa da auto determinação dos povos, defende-se o direito à felicidade e são feitas sérias acusações à Sua Majestade o rei Jaime III chegando a classificá-lo como tirano. Infelizmente não teremos como entrar em detalhes, porém, amanhã teremos informações mais certas e atualizadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;Região sepre teve um desenvolvimento diferente dos demais países.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;      As colônias inglesas dessa parte da América sempre tiveram características diferentes das demais posseções. Já a ocupação não obedeceu à regra geral de ser motivada pela economia, como ocorreu nas "Américas" espanhola e portuguesa, o motivo fui a fuga de perseguidos religiosos das ilhas da Grã - Bretanha. Os territórios além-mar passaram a se desenvolver sem um controle rígido da metrópole e de maneira independente uma da outra. A Negligência Salutar, nome dado à essa política britânica, teve reflexos na organização econômica das posseções que exerciam o comércio sem grandes interferências e tinham possibilidade de desenvolver até manofaturas. Contudo, a guerra dos 7 anos(1756-1763) consumiu muitos recursos ingleses que viam como única saída, para voltar à normalidade suas finanças, a sobre-taxação das colônias. A partir de então, várias medidas foram tomadas e revogadasconforme os primeiro-ministros se sucediam no cargo. O primeiro-ministro Charles Towshend tomou uma série de medidas duras que desencadearam manifestações diversas em várias áresa das colônias. O evento mais representativo dessas manifestações e que ainda está presente na memória de muitos (ex)colonos é o Massacre de Boston, quando forças reais reagiram agressivamente contra os manifestantes. O impacto dessa chacina e das outras manifestações foi tamanho que apenas uma das leis foi mantida: o Tea Act. Porém, existia nesse caso o interesse de manter o monopólio da venda de chá através da Companhia das Índias Orientais, que em última análise pertece ao rei. Mesmo com a revogação das outras leis, os ânimos se mantiveram acirrados, e os revoltos terminaram por invadir os navios aportados em Boston que tinham chá da Companhia e realizaram o que ficou conhecio como: "Boston tea party". Como conseqüência Sua Majestade outorgouas leis intoleráveisque estabeleciam diversas punições para todos os colonos. Foi então convocado o primeiro congresso continental de Filadéfia, que prpôs um boicote aos produtos advindos da metrópole. No ano seguinte, 1775, após mais conflitos com os dominadores, as colônias convocaram o segundo congresso continental de Filadélfia que decidiu pelo rompimento entre os dois povos. Todavia, a declaração de independência só veio a ser divulgada ontem e como já foi dito não temos muitos detalhes sobre o contúdo.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;      Com essa declaração de independência as coisas ficam sem definição. É certo, porém, que os ingleses não entregaram as colônias tão facilmente, por outro lado, também começa-se a observar a movimentação de tropas pelo lado dos revoltosos. Resta-nos aguardar as conseqüências desse evento, sem precedente, que parece não representar o fim do ciclo desencadeado pela guerra dos 7 anos que poderá se tornar um divisor de águas nesse continente.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11168336-111655389556418197?l=congressodeviena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://congressodeviena.blogspot.com/feeds/111655389556418197/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11168336&amp;postID=111655389556418197' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/111655389556418197'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/111655389556418197'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://congressodeviena.blogspot.com/2005/05/unidade-americana-desmanche-colonial.html' title='UNIDADE AMERICANA, DESMANCHE COLONIAL'/><author><name>Gustavo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950846832156222042</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11168336.post-111637736144075458</id><published>2005-05-17T20:43:00.000-04:00</published><updated>2005-05-17T20:49:21.446-04:00</updated><title type='text'>Um épico sobre o Amor e a Guerra</title><content type='html'>Resenha Filmográfica de “Cold Mountain”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passado nos anos da Guerra de Secessão, o filme “Cold Mountain” trata de forma comovente a vida de cidadãos do sul dos E.U.A. Em uma pequena vila na Carolina do Norte as fazendas são o sustento do povo. Com o início da guerra, Inman (Jude Law), um trabalhador desta região se vê obrigado moralmente a se alistar e defender a causa dos Confederados. Para tanto, larga sua casa, sua comunidade e principalmente, a seu amor Ada Monroe (Nicole Kidman).&lt;br /&gt;Já na guerra,  se confronta com uma realidade absurda. É atingido na batalha de Gettyburg (1864) e resolve desertar.&lt;br /&gt;A vida de Ada não era muito melhor. Meses após a partida de seu amado, seu pai morre e ela se vê sozinha com a responsabilidade de administrar a fazenda. Não tendo capacidade para tal e frustrada com sua situação, a plantação fica abandonada. Sua vida muda radicalmente quando Ruby (René Zelweger) aparece em sua casa disposta a ajudar. Aos poucos a relação entre as duas se torna muito forte e Ada passa a reconhecer em sua amiga os próprios problemas emocionais. Ruby havia sido abandonada pelo pai e este fora recentemente convocado a lutar.&lt;br /&gt;Enquanto esperava pela volta de Inman, Ada teve que enfrentar vários problemas, o maior deles era a tirania da Guarda Estadual. A missão de caçar desertores e sendo a “lei local” permitia à guarda extorquir as famílias que escondiam parentes desertores.&lt;br /&gt;A realidade de Inman não era encorajadora, ao desertar do exército confederado e rumar para casa, passou a ser caçado. Viajando por caminhos tortuosos, recebeu ajuda da população civil (também foi traído). Após um longo tempo, em que testemunhou estupros e assassinatos do exército nortista, chegou a “Cold Mountain” e se reencontrou com Ada. Nesse momento a Guarda Estadual os encontrou, no conflito Inman recebeu um tiro e morreu.&lt;br /&gt;Ada passou a viver com sua filha (de Inman) e com a família de Ruby (pai e marido).&lt;br /&gt;Concluindo, o filme retrata bem a vida de civis durante a maior guerra da história americana.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11168336-111637736144075458?l=congressodeviena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://congressodeviena.blogspot.com/feeds/111637736144075458/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11168336&amp;postID=111637736144075458' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/111637736144075458'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/111637736144075458'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://congressodeviena.blogspot.com/2005/05/um-pico-sobre-o-amor-e-guerra.html' title='Um épico sobre o Amor e a Guerra'/><author><name>Daniel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04195607574958378372</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11168336.post-111577606113676368</id><published>2005-05-10T21:47:00.000-04:00</published><updated>2005-05-10T21:51:47.900-04:00</updated><title type='text'>PROMESSA DE UM FUTURO - RESENHA FILMOGRÁFICA DE "O PATRIOTA"</title><content type='html'>O filme retrata a independência das treze colônias. Inicialmente são realizadas assembléias – cujo tema de discussão é a entrada dos americanos na guerra contra a Inglaterra -. O personagem principal, interpretado por Mel Gibson, é Benjamin Martin, um indivíduo conhecido pela atuação num anterior combate contra os franceses. Apesar de seu passado obscuro, primeiramente Martin adota uma postura conservadora se opondo ao alistamento de voluntários para combater os colonizadores. A razão era a necessidade de manter a sua unidade familiar, o mesmo motivo que minutos depois o leva a mudar de opinião, quando um de seus filhos é morto na sua frente. Neste novo cenário, Martin resolve pegar em armas e fazer a sua própria revolução. O filme focaliza bastante o sonho de vingança do protagonista, que adere a revolução antes pelo drama familiar vivido do que pelo caráter ideológico desta. Fica explicita a polarização resultante desse impasse. Martin representa o homem justo, que só aderiu a violência como ultimo recurso e após a integridade de sua família ser afetada, enquanto que o subcomandante inglês se caracteriza como o perfeito antagonista, sendo desumano ao extremo,desleal e perverso. A rivalidade ascende qualquer caráter tangível, representando a luta do bem contra o mal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afim de exaltar o tema patriótico o filme é composto majoritariamente de vinhetas, dentre as quais algumas são interessantes. Há o projeto de um mundo novo, moldado pela igualdade de todos. Um exemplo é quando o escravo negro, que inicialmente lutava para obter a alforria, adere a causa e luta como um homem livre. A promessa de um futuro melhor confere a guerra um tom nobre, na qual o sentimento de liberdade motiva a todos. A única exceção é Martin, que gasta parte considerável do filme derretendo os soldadinhos de seu filho morto e fazendo balas com o ferro fundido -. Outra cena marcante e de profunda emoção é a da igreja em chamas. Mas também existem momentos de descontração, como por exemplo quando o navio inglês é explodido e uma britânica confunde o ocorrido com fogos de artifício, inclusive elogiando o procedimento. Evidentemente, o objetivo era ridicularizar os ingleses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer forma, a disputa se estende durante todo o filme, assim como o apelo constante a um sentimentalismo barato. O publico alvo precisa ter uma mentalidade suficientemente colonizada para aceitar a falta de densidade do roteiro, a apelação hilária para o ufanismo americano, o maniqueísmo na concepção de personagens, inclusive dos animais – fato comprovado, por exemplo, pela brilhante atuação dos cachorros que se sensibilizam com o líder Martin -. Porém, considerar somente os pontos fracos seria admitir uma postura demasiado parcial. Ao contrário do filme, que se empenha em relatar a visão de um dos lados como verdade absoluta- associando a bandeira americana a um símbolo de valentia e liberdade -, é necessário admitir a existência do outro lado. Seria injusto desconsiderar o figurino e fotografia, os quais são realmente bons. Também fica evidente uma interessante crítica a ação contemporânea dos EUA. Internamente há um estimulo a um nacionalismo exarcerbado. Tal comportamento se reflete na cultura americana, e o principal propagador de idéias para a massa são os filmes, como esse aqui discutido – o qual tem uma função muito superior a um simples entretenimento -. Mas o discurso disseminado mundialmente propõe uma abertura de mercados, fim do protecionismo, tendo como principal estimulo a globalização, ao contrário do discurso interno. Esse paradoxo não é explicito, mas existe e se faz presente. Talvez um dia seja alvo de Hollywood.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11168336-111577606113676368?l=congressodeviena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://congressodeviena.blogspot.com/feeds/111577606113676368/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11168336&amp;postID=111577606113676368' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/111577606113676368'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/111577606113676368'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://congressodeviena.blogspot.com/2005/05/promessa-de-um-futuro-rese_111577606113676368.html' title='PROMESSA DE UM FUTURO - RESENHA FILMOGRÁFICA DE &quot;O PATRIOTA&quot;'/><author><name>Julia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13085478313416671779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11168336.post-111534270834393763</id><published>2005-05-05T20:41:00.000-04:00</published><updated>2005-05-05T21:25:08.376-04:00</updated><title type='text'>Constituindo uma Nação</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;                  Analisando a constituição dos Estados Unidos da América fica bastante evidente a divisão dos poderes, artifício pouco comum à Europa do século XVIII. Essa divisão estabelece uma maior quantidade de atribuições ao poder legislativo que, mesmo sendo ampliado com relação ao poder legislativo da metrópole, ainda mantém traços em comum, como por exmplo a necessidade de passar por ele a entrada de um país em guerra e o aumento dos impostos, as duas principais atribuições do congresso inglês. Percebe-se ainda a quase supremacia desse poder a partir do momento em que o congresso não nessecita de aprovação presidencial para efetivar uma lei( caso o presidente demore mais de 10 dias úteis para dar seu parecer ou quando sendo vetada pelo presidente, retorna para as câmaras e é aprovado sem nenhuma alteração do projeto aprovado na primeira vez. Todavia, na última frase do artigo II seção 2 parágrafo 1 lê-se: "(o presidente) Terá o poder de indulto e de graça por delitos contra os Estados Unidos, exceto nos casos de impeachment.". Há uma clara interferência de uma visão na qual há concentração de poder uma vez que o chefe do poder executivo pode interferir nas decisões do poder judiciário,  uma certa contradição se se notar que se trata de um estado formado com o espírito iluminista liberal, que pode ser considerada como herança da monarquia inglesa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;                   Por outro lado, a emenda IV estabelece que não pode haver arbitrariedade na execução dos poderes, havendo a inviolabilidade da privacidade e dos terrenos particulares, sem que haja ordem judicial. Assim se percebe o caráter não autoritário do novo governo, que muito difere das prerrogativas do governo monárquico da Iglaterra que ficou mais claro, nas colônias americanas, com a lei do aquartelamento, que consistia no fato de uma divisão do exército inglês ao ser deslocada para uma das 13 colônias poder tomar posse de qualquer propriedade para estabelecer um quartel. Outros aspectos que também são evidênciados são o caráter burguês de proteção das terras que já tem dono além, é claro, da percepção democrática que é a mais evidente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;                    Também é um aspecto importante da constituição a constante referência que é feita ao papel dos estados. Uma vez que não tinham ligação alguma antes das independências, a criação de um governo centralizado e muito regulador, não respeitando um grau de independência, não poderia ser eficiente por causa da história de autonomia das colônias advinda da negligência salutar da coroa inglesa com os seus domínios. Esse é o motivo pelo qual a constituição é tão breve e estabelece apenas os aspectos mais relevantes na formação do governo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11168336-111534270834393763?l=congressodeviena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://congressodeviena.blogspot.com/feeds/111534270834393763/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11168336&amp;postID=111534270834393763' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/111534270834393763'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/111534270834393763'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://congressodeviena.blogspot.com/2005/05/constituindo-uma-nao.html' title='Constituindo uma Nação'/><author><name>Gustavo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950846832156222042</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11168336.post-111395121382083114</id><published>2005-04-19T18:50:00.000-04:00</published><updated>2005-04-19T18:53:33.823-04:00</updated><title type='text'>Resumos</title><content type='html'>Resumo histórico das crises:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Grécia: Surge na Grécia um movimento de cunho liberal que lutava pela independência perante o Império   Turco – Otomano. Logicamente os Turcos iniciam uma repressão ferrenha, porém a Rússia (buscando o enfraquecimento do império rival – buscando saída para um mar quente) intervém no conflito ao lado dos gregos (mesmo contra os princípios da Santa Aliança). Por outro lado, os ingleses, visando evitar uma hegemonia russa na região, cogitam a participação no conflito para que a Grécia conquistasse independência mas não ficasse sob o julgo da Rússia. Porém a Rússia, antes da ação inglesa, faz um acordo com os turcos, pára a guerra e ganha a exclusividade de navegação pelos estreitos (que seriam a saída da Rússia para o mar mediterrâneo). As conseqüências desse conflito são: o “inicio do fim” da Santa Aliança, a expansão, na região, de idéias nacionalistas e liberais, o enfraquecimento do Império Turco e o acirramento do conflito entre Inglaterra e Rússia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Egito: O Paxá Mouhammed Ali, após o conflito na região da Grécia, ganha força e prestígio (por ter ajudado o Império a conter a revolta). Isso, aliado à idéias nacionalistas e liberais e um fortalecimento econômico faz com que o líder egípcio exija autonomia para sua região e a hereditariedade do título de Paxá . Os turcos não aceitam tal afronta e são invadidos pelas tropas do Egito. Com muita eficiência militar, estas ganham muitos territórios contra a fraca defesa do império. Os ingleses então intervém garantindo a  independência da província, porém, fazendo com que devolvam os territórios conquistados (visando o fortalecimento do Império Turco para que não ficasse subjugado aos interesse russos). Os franceses se engajaram nesta campanha visando a recuperação de seu prestigio e um posto para o domínio da Argélia (sua principal colônia). O principal objetivo inglês era que, evitando o desmembramento total do Império Turco, o equilíbrio entre as potências européias fosse mantido. Nos congressos que discutiram a questão ficou acordado que os estreitos fossem abertos à qualquer navio comercial, o que prejudicava as intenções russas de expansão militar. Já que seus navios continuavam presos aos mares do norte. Porém era um benefício aos planos ingleses de expansão comercial e contensão do expansionismo russo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Espanha: Em 1822, na Espanha, estorou mais uma revolta liberal. O Rei restituído Fernando VII, ao estabelecer o poder, buscou retomar características de um governo absolutista e de uma sociedade pré - revolução. Portanto, reinstalou os privilégios da nobreza, do clero e até a inquisição. A burguesia iniciou uma revolta em Cádiz. No Congresso de Verona (de acordo com o princípio das intervenções) a França foi encarregada de retomar a ordem no território espanhol. Entretanto, nesse momento, uma forte oposição inglesa, às intervenções que prejudicavam a conquista de mercado na Europa, teve início.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Portugal: Em 1820, o povo português, liderado pela burguesia do Porto, organizou um movimento vitorioso denominado a Revolta do Porto. A Junta Governativa, tutelada pelo inglês Beresford desde as vitórias sobre as tropas napoleônicas em 1808, foi substituída por outra. Esta convocou as Cortes Gerais Extraordinárias Constituintes da Nação Portuguesa (desativadas desde 1698). Sua tarefa principal elabora uma constituição para o reino na qual constasse uma nova relação econômica e política com as colônias (menos autonomia) e principalmente o retorno do Rei à Portugal. Os resultados da revolução foram uma crise séria com o Brasil (culminado na independência) e uma mudança drástica nas relações portuguesas com a Inglaterra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Bélgica: Após a derrota de Napoleão, a Bélgica foi incorporada ao recém formado Reino dos Paises Baixos. Porem os belgas acharam que foram tomadas medidas que discriminavam  povo belga. Iniciou-se uma revolução em Bruxelas em 1830. A independência belga foi declarada e Guilherme I invadiu a Bélgica, mas recuou quando a França e a Inglaterra interviram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Guerra da Criméia: A Rússia, anos depois dos conflitos na Grécia e no Egito, tenta recuperar o domínio dos estreitos de Bósforo e Dardanelos. Portanto, invade o Império Turco – Otomano. Porem, com o apoio anglo-francês, a resposta é muito forte. Essa guerra é o marco do fim do Concerto Europeu e nela a França volta a ser reconhecida pela comunidade internacional como uma potência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Concerto Europeu: Foi um conjunto de reuniões, não institucionalizadas, para manter a paz e a harmonia na Europa. Para tanto eram elaborados acordos entre as potências toda vez que um fato perturbava seus objetivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Aix-la-Chapelle: A França recupera sua soberania (retirada das tropas que a ocupavam) e a indenização a ser paga por ela é drasticamente reduzida. Além disso, ela também é reconhecida nas discussões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Troppau e Laybach: Acordos entre Áustria, Rússia e Prússia para acabar com revoltas liberais em Nápoles e Turim. Sendo do Congresso de Laybach a primeira reclamação da Inglaterra contra a Santa Aliança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Verona: Datado de 1822. Nele ocorreram discussões sobre a guerra na Espanha entre o Duque de Angoulême e o Rei Fernando VII. O primeiro foi apoiado pela burguesia local e o segundo pelas forças da restauração (França). Apesar dos fortes protestos da Inglaterra o Rei foi reinstaurado. Essa foi a última convenção da Quíntupla Aliança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Conferencia de Londres: Nesta conferencia ficaram decididos os termos da independência a Grécia. Também foi discutida a questão da independência da Bélgica. Em 1830 foi proposta a primeira resolução para o armistício. Porém a situação só foi resolvida em 1839 com a independência confirmada e com a divisão de Luxemburgo e “Limburg” entre as duas coroas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11168336-111395121382083114?l=congressodeviena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://congressodeviena.blogspot.com/feeds/111395121382083114/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11168336&amp;postID=111395121382083114' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/111395121382083114'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/111395121382083114'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://congressodeviena.blogspot.com/2005/04/resumos.html' title='Resumos'/><author><name>Daniel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04195607574958378372</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11168336.post-111353190045141280</id><published>2005-04-14T22:14:00.000-04:00</published><updated>2005-04-14T22:25:00.453-04:00</updated><title type='text'>Resumo do Bloco 2</title><content type='html'>Triste volta à Paris----Campanha desastrosa na Rússia!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            O que parecia improvável ocorreu. O mais poderoso exército da história da humanidade, criado pelo Imperador Napoleão Bonaparte, foi praticamente extinguido e hoje volta para casa arruinado e com o seu moral extremamente abalado. Até então, nunca em uma campanha militar se reuniram tantos soldados como nessa. A Rússia viu marchar contra si 600 mil franceses que sob o comando de Napoleão deveriam impor um castigo ao país do Czar Alexandre I, por ele ter rompido com o Bloqueio Continental, a famosa medida econômica criada pela França para asfixiar economicamente a Inglaterra.&lt;br /&gt;            A verdade é que dessa vez “o dia da glória não chegou”. As forças do Czar sabiam que dificilmente ganhariam se enfrentassem os franceses de frente, por isso escolheram uma tática diferente de guerrear. Na medida em que os franceses adentravam o território russo, os cossacos recuavam e queimavam tudo aquilo que pudesse ser usado pelos franceses para se alimentar, abrigar e principalmente se proteger do frio. Com isso, as tropas de Napoleão, acostumadas a utilizar o território inimigo para seus benefícios, viram sua tática voltar contra si. Dessa vez, a água inimiga estava envenenada, as casas queimadas e o clima extremamente impetuoso. O “General Inverno” não poupou esforços para acabar com Napoleão e seus soldados que mal preparados para combater o frio enfrentavam temperaturas de até – 40° C, provocando inúmeras baixas nas tropas da França. Aproveitando-se da debilidade do inimigo, os cossacos vez por outra atacavam e obtinham vitórias essenciais. Napoleão via cair diante de seus olhos os “filhos da pátria” e viu horrorizado, quando chegou em Moscou, a cidade em chamas. Ele percebeu aí então que a guerra estava perdida, só que sua conclusão saiu tarde demais.&lt;br /&gt;            Hoje, Paris recebe seus soldados rechaçados e humilhados pelos cossacos e pelo frio. Dos 600 mil homens que partiram 30 mil voltaram, apenas 5% do total. A brecha para derrubar Napoleão está aberta. Se os ingleses e todos aqueles que estão nessa empreitada contra o Imperador Francês vão aproveitá-la só o tempo dirá.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11168336-111353190045141280?l=congressodeviena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://congressodeviena.blogspot.com/feeds/111353190045141280/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11168336&amp;postID=111353190045141280' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/111353190045141280'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/111353190045141280'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://congressodeviena.blogspot.com/2005/04/resumo-do-bloco-2.html' title='Resumo do Bloco 2'/><author><name>Igor Ferrari</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17610138408295797169</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11168336.post-111275112865312309</id><published>2005-04-05T21:28:00.001-04:00</published><updated>2005-04-05T21:32:08.653-04:00</updated><title type='text'>TSUNAMI EUROPEU</title><content type='html'>O texto ressalta várias características a revolução francesa e período napoleônico como, por exemplo, a importância do jacobinismo estrangeiro na organização militar francesa, associando-o a formação de uma estratégia republicana. Porém mais do que questões internas houve também mudanças fundamentais no cenário europeu, transformando o referido processo num fenômeno único e universal. Algumas dessas mudanças são as abolições totais do feudalismo e introdução de um novo sistema político, representado pelo questionamento das monarquias absolutistas – no sentido de que Napoleão invadiu e reorganizou considerável parte do cenário político europeu, amedrontando a parte restante-.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode-se considerar também a expansão napoleônica – uma vez que estava internamente consolidada a burguesia francesa, surge então a tentativa de expandir seu domínio, dando inicio as guerras napoleônicas - como uma fortalecedora do sentimento nacionalista na Europa. Inicialmente os exércitos franceses eram reconhecidos como libertadores, trazendo a “boa nova” para acabar com o absolutismo, mas depois são vistos como repressores, o que gera o crescimento do sentimento nacionalista. Um exemplo é a invasão francesa na Espanha, na qual o rei Fernando VII é deposto, assumindo José Bonifácio. Essa invasão é considerada bárbara e absurda pelos espanhóis, fato que aumentou o sentimento nacionalista nesse local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Outra novidade significativa, no caso uma mudança institucional, foi a criação do Código Civil. Tal documento era uma releitura burguesa da declaração dos direitos do homem, subordinando o trabalho ao capital. Por exemplo, o referido código proíbe greves - o que era fundamental para burguesia garantir uma estrutura jurídica para fazer a revolução industrial. O código civil foi uma das medidas napoleônicas que não se limitou ao território francês, sendo adotado em diversos outros paises.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11168336-111275112865312309?l=congressodeviena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://congressodeviena.blogspot.com/feeds/111275112865312309/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11168336&amp;postID=111275112865312309' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/111275112865312309'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/111275112865312309'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://congressodeviena.blogspot.com/2005/04/tsunami-europeu_05.html' title='TSUNAMI EUROPEU'/><author><name>Julia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13085478313416671779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11168336.post-111275103130070698</id><published>2005-04-05T21:28:00.000-04:00</published><updated>2005-04-05T21:30:31.300-04:00</updated><title type='text'>TSUNAMI EUROPEU</title><content type='html'>O texto ressalta várias características a revolução francesa e período napoleônico como, por exemplo, a importância do jacobinismo estrangeiro na organização militar francesa, associando-o a formação de uma estratégia republicana. Porém mais do que questões internas houve também mudanças fundamentais no cenário europeu, transformando o referido processo num fenômeno único e universal. Algumas dessas mudanças são as abolições totais do feudalismo e introdução de um novo sistema político, representado pelo questionamento das monarquias absolutistas – no sentido de que Napoleão invadiu e reorganizou considerável parte do cenário político europeu, amedrontando a parte restante-.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode-se considerar também a expansão napoleônica – uma vez que estava internamente consolidada a burguesia francesa, surge então a tentativa de expandir seu domínio, dando inicio as guerras napoleônicas - como uma fortalecedora do sentimento nacionalista na Europa. Inicialmente os exércitos franceses eram reconhecidos como libertadores, trazendo a “boa nova” para acabar com o absolutismo, mas depois são vistos como repressores, o que gera o crescimento do sentimento nacionalista. Um exemplo é a invasão francesa na Espanha, na qual o rei Fernando VII é deposto, assumindo José Bonifácio. Essa invasão é considerada bárbara e absurda pelos espanhóis, fato que aumentou o sentimento nacionalista nesse local.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Outra novidade significativa, no caso uma mudança institucional, foi a criação do Código Civil. Tal documento era uma releitura burguesa da declaração dos direitos do homem, subordinando o trabalho ao capital. Por exemplo, o referido código proíbe greves - o que era fundamental para burguesia garantir uma estrutura jurídica para fazer a revolução industrial. O código civil foi uma das medidas napoleônicas que não se limitou ao território francês, sendo adotado em diversos outros paises.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11168336-111275103130070698?l=congressodeviena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://congressodeviena.blogspot.com/feeds/111275103130070698/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11168336&amp;postID=111275103130070698' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/111275103130070698'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/111275103130070698'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://congressodeviena.blogspot.com/2005/04/tsunami-europeu.html' title='TSUNAMI EUROPEU'/><author><name>Julia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13085478313416671779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11168336.post-111214709399173865</id><published>2005-03-29T21:18:00.000-04:00</published><updated>2005-03-29T21:44:53.993-04:00</updated><title type='text'>Dua respostas sobre uma revolução sem precedentes</title><content type='html'>As perguntas respondidas foram a primeira e a terceira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1-A burguesia teve o papel de coordenar a revolução para que esta alcançasse os objetivos que eram do interesse dessa força social. A visão de Hobsbawn põe ainda que a burguesia se utilizou das classes mais pobres( que o texto não chega a chamar de proletariado) como os "Sans-culottes" e o campesinato como massa de manobra através da perspectiva de que ao fim da revolução haveria Igualdade, Liberdade e Fraternidade. Ocorre que ficou claro (principalmente após a primeira constituição) que haveriam diferentes níveis de igualdade no que dependense dos jacobinos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3-Para Hobsbawn, a revolução francesa foi inspiradora para todas as revoluções político-sociais ocidentais subsequentes (embora ele dê mais ênfase à Revolução Bolchevique). Todavia, mesmo durante a revolução francesa, começou-se a observar que o eventeo revolucionário não era de fácil desmobilização, portanto, era necessário que a Revolução encontrasse meios de se controlar quando se chegasse ao ponto desejado por aqueles que "guiavam" o movimento. Essas formas de controle eram encaradas "como uma guinada de uma crise a curto prazo para uma transformação a longo prazo"(Hobsbawn, Eric Ecos da Marselhesa cap. 2 pag. 74) e não como uma mudança nos propósitos ou ainda um arbitrarismo por parte dos revolucionários. É dessa forma que o Terror jacobino e a radicalização revolucionária influenciaram nos demais movimentos do mesmo tipo, com a instituição de mecanismos de controle dos objetivos revolucionários&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11168336-111214709399173865?l=congressodeviena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://congressodeviena.blogspot.com/feeds/111214709399173865/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11168336&amp;postID=111214709399173865' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/111214709399173865'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/111214709399173865'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://congressodeviena.blogspot.com/2005/03/dua-respostas-sobre-uma-revoluo-sem.html' title='Dua respostas sobre uma revolução sem precedentes'/><author><name>Gustavo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950846832156222042</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11168336.post-111197084724022453</id><published>2005-03-27T20:47:00.000-04:00</published><updated>2005-03-27T20:47:27.240-04:00</updated><title type='text'>Tarefa 6: Allons enfants de la patrie, le jour de gloire est arrivé.</title><content type='html'>1) Baseado na leitura do texto de Hobsbawn,  " A Era das Revoluções",&lt;br /&gt; discuta o papel da burguesia na Revolução Francesa?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; 2) Porque Soboul em " A Revolucão Francesa"  afirma que a Revolução Francesa é uma etapa necessária da transição do feudalismo para o capitalismo?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; 3) Destaque, no longo prazo, a importância do período do terror jacobino e da radicalizacao revolucionária, para o impacto que a Revolução Francesa teria na história dos séculos seguintes, segundo a perspectiva de Hobsbawn em "Ecos da Marselhesa"?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Cada grupo só precisa responder a DUAS das tres perguntas, sendo que a primeira é obrigatória.  Cada pergunta deve ser respondida em apenas um parágrafo.  Deadline: Terça, 29/03, meia-noite. Bom trabalho a todos!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11168336-111197084724022453?l=congressodeviena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://congressodeviena.blogspot.com/feeds/111197084724022453/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11168336&amp;postID=111197084724022453' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/111197084724022453'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/111197084724022453'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://congressodeviena.blogspot.com/2005/03/tarefa-6-allons-enfants-de-la-patrie.html' title='Tarefa 6: Allons enfants de la patrie, le jour de gloire est arrivé.'/><author><name>professor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11919576689326565821</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11168336.post-111152669979779606</id><published>2005-03-22T17:20:00.000-04:00</published><updated>2005-03-22T17:24:59.800-04:00</updated><title type='text'>PAZ: APÓS TRINTA ANOS DE COMBATES VIOLENTOS HABITANTES ASSINAM O ARMISTÍCIO</title><content type='html'>Ontem, 24 de outubro de 1648, foi assinado o tratado que pôs fim a mais violenta guerra já vista. Durante os últimos trinta anos a Europa viveu um período de caos e convulsão social; o conflito terminado levou destruição para todos os cantos do continente. Dos Paises Baixos Espanhóis á região da Boêmia, do sul da Áustria á Dinamarca, batalhas deixaram cicatrizes profundas. Um triste exemplo é a cidade de Wurtemberg que há cerca de trinta anos contava com 445 mil habitantes, restando hoje apenas 80 mil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   O conflito teve inicio em 23 de maio de 1618 com o famoso episódio da Defenestração de Praga, no qual dois representantes do imperador católico Fernando II foram literalmente arremessados janela á fora. Nota-se nesse momento o forte caráter religioso que perdurou por toda a guerra, representado pelos protestantes do Sacro Império Romano Germânico contra os católicos austro-húngaros apoiados pelo papa. Muitos reinos também se engajaram nessa empreitada, alguns com fins religiosos – uma luta pelo reconhecimento e tolerância das diferentes cristandades – e outros com fins políticos – como o caso da França que buscava evitar o domínio da dinastia dos Habsburgos sobre o Sacro Império -. O ano de 1635 pode ser considerado o“ano chave” tanto militarmente quanto politicamente, pois após uma mal sucedida empreitada da Suécia, a França se viu obrigada a entrar na guerra. Criaram-se então duas novas frentes, com a Espanha na parte Oeste e com o exercito dos Habsburgos na parte Leste. Comandada intelectualmente pelo Cardeal Richelieu, a França virou com a balança de poder favorecendo o Sacro Império. Após duras batalhas e a morte do Cardeal e do rei Luis XIII e a ascensão de Luis XIV, a França impôs sérias perdas ao Império Austro -Húngaro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   O tratado de Vestfália, assinado ontem, além de por fim a guerra faz com que a Europa “aponte” para um novo rumo. A questão religiosa gera o enfraquecimento do Papa, já a derrota militar e política parecem ser um golpe nas intenções da dinastia dos Habsburgos de impor sua hegemonia no continente europeu. Porém agora, mais que uma mera tolerância, foi concedido aos reis o direito de escolher sua própria (e do Estado) religião, criando assim uma desvinculação maior do Papa com os Estados, ou seja, aumentando a soberania destes. Principal vencedora na guerra, a França parece ser o país em melhores condições no continente. O tratado imposto foi favorável as suas pretensões, porém a guerra que ainda está sendo travada com a Espanha pode ser um enclave ao seu desenvolvimento. Hoje a paz reina – com pequenas expressões – sobre a Europa e a tolerância entre os protestantes e católicos parece ser uma realidade. Parece, pois o passado evidencia a precariedade de alguns tratados – como o de Augsburgo, de 1555, que também tinha como princípio a tolerância religiosa -. Hoje Vestfália garante certa ordem na Europa, mas a pergunta é : até quando?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Bibliografia: textos de Laurent Henninger, Lucien Bely, Jean-Pierre Bois e Henry Bodgan, publicados na revista História Viva)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11168336-111152669979779606?l=congressodeviena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://congressodeviena.blogspot.com/feeds/111152669979779606/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11168336&amp;postID=111152669979779606' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/111152669979779606'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/111152669979779606'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://congressodeviena.blogspot.com/2005/03/paz-aps-trinta-anos-de-combates.html' title='PAZ: APÓS TRINTA ANOS DE COMBATES VIOLENTOS HABITANTES ASSINAM O ARMISTÍCIO'/><author><name>Julia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13085478313416671779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11168336.post-111109430612963147</id><published>2005-03-17T17:11:00.000-04:00</published><updated>2005-03-17T17:18:26.130-04:00</updated><title type='text'>Comparação (Watson e Grasner)</title><content type='html'>Tentativas de Hegemonia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adam Watson em “A Evolução do Sistema Internacional” focaliza a tentativa de uma hegemonia por parte da dinastia dos Habsburgos por todo o continente europeu. Nesse contexto, é posto em evidência pelo autor o movimento da “Reforma”, que fragmentou o Cristianismo, e o movimento posterior da “Contra-Reforma” que contribuiu para deflagrar uma série de conflitos religiosos, que ganharam seu ápice na Guerra dos 30 anos (1618-1648) onde católicos e protestantes finalmente se defrontaram.&lt;br /&gt;Stephen Krasner por sua vez, em “Westphalia and All That”, demonstra em seu texto que muito mais do que  por fim a Guerra dos 30 anos, o tratado de Westphalia, serviu para que um conceito de Soberania entre Estados fosse estabelecido. Sem mencionar também que conseguiu dar inicio a uma tolerância religiosa antes inexistente na Europa.&lt;br /&gt;Contudo, Krasner ao falar do mundo moderno, expõe de uma forma implícita que nações que tentam exercer uma espécie de “hegemonia” sobre outras, acabam muitas vezes “demolindo” o conceito de soberania de outros estados, e isso também pode se dar por meios ilegítimos onde a violência geralmente se sobressai.&lt;br /&gt;Por fim, tanto Watson que narra os antecedentes da Guerra dos 30 anos, quanto Krasner, que observa o tratado de Westphalia e suas conjunturas, tentam mostrar em seus textos por diferentes caminhos um conceito de Soberania e uma necessidade de respeito mútuo entre Estados, independentemente de credos. Isso, muito mais do que uma utopia, é uma necessidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11168336-111109430612963147?l=congressodeviena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://congressodeviena.blogspot.com/feeds/111109430612963147/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11168336&amp;postID=111109430612963147' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/111109430612963147'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/111109430612963147'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://congressodeviena.blogspot.com/2005/03/comparao-watson-e-grasner.html' title='Comparação (Watson e Grasner)'/><author><name>Igor Ferrari</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17610138408295797169</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11168336.post-111092690190135714</id><published>2005-03-15T18:45:00.000-04:00</published><updated>2005-03-15T18:48:21.906-04:00</updated><title type='text'>VISÕES DE ESTADO ( COMPARAÇÃO C. TILLY &amp; P. ANDERSON )</title><content type='html'>Em “Linhagens do Estado Absolutista” Perry Anderson desconstrói a visão de que o Estado absolutista foi um mecanismo de equilíbrio entre a burguesia e a nobreza, ou mesmo um instrumento da burguesia contra a aristocracia. A monarquia feudal e a monarquia absolutista poderiam ser diferentes, mas a classe dominante econômica e politicamente permanecia sendo a nobreza. Os Estados absolutistas seriam ferramentas reforçadas e modernizadas para manter o domínio da aristocracia sobre o campesinato e a burguesia ascendente – seria um sistema feudal ampliado, com abrangência estatal -.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Charles Tilly (Coerção, Capital e os Estados Europeus) enfatiza a tendência cada vez maior dos Estados a controlar e monopolizar os meios de coerção, reprimindo o uso de armas para a maioria dos cidadãos e os exércitos particulares, aumentando em muito o poder coercivo do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Ambos colocam a guerra como atividade principal do Estado europeu e os mercenários como principais componentes do exercito – o principal motivo seria recusa da nobreza em armar seus próprios camponeses -. Os mercenários teriam importâncias vitais, marcando o Estado absolutista até o seu fim. Tilly diz ainda que a guerra ainda tem como conseqüência a formação da maquina estatal com a implantação da burocracia e da cobrança de impostos homogeneizada dentro do território.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   A maior diferença entre os autores é o ponto de vista de Anderson, de que as estruturas do Estado absolutista, mesmo aparentemente modernas, trariam um “arcaísmo subterrâneo”, reforçando o domínio da aristocracia. Um exemplo é a analise do sistema fiscal e burocrático. Para ambos ele seria o esteiro financeiro dos Estados. Mas enquanto para Tilly os capitalistas seriam seus principais organizadores, Anderson o vê simplesmente como uma caricatura do sistema feudal.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11168336-111092690190135714?l=congressodeviena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://congressodeviena.blogspot.com/feeds/111092690190135714/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11168336&amp;postID=111092690190135714' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/111092690190135714'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/111092690190135714'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://congressodeviena.blogspot.com/2005/03/vises-de-estado-comparao-c-tilly-p.html' title='VISÕES DE ESTADO ( COMPARAÇÃO C. TILLY &amp; P. ANDERSON )'/><author><name>Julia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13085478313416671779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11168336.post-111049202262365531</id><published>2005-03-10T17:48:00.000-04:00</published><updated>2005-03-10T18:00:22.626-04:00</updated><title type='text'>COMENTARIO CRÍTICO (P.KENNEDY)</title><content type='html'>O texto ressalta o antigo cenário geopolítico da Europa e alguns impérios, enfatizando as características relativas desta em relação a outros países. Porém é uma visão determinista considerar a construção política descentralizada derivada exclusivamente do território fragmentado. Admitir isso é ignorar que os indivíduos são seres condicionados- não determinados!!-, e que mudanças são resultado de uma consciência coletiva (Há apenas uma pequena citação sobre a capacidade individual, como se este fosse um fator complementar). Também não é mencionado de que forma os países se fortalecem política e economicamente, as quais são as premissas das razões externas expostas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11168336-111049202262365531?l=congressodeviena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://congressodeviena.blogspot.com/feeds/111049202262365531/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11168336&amp;postID=111049202262365531' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/111049202262365531'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/111049202262365531'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://congressodeviena.blogspot.com/2005/03/comentario-crtico-pkennedy.html' title='COMENTARIO CRÍTICO (P.KENNEDY)'/><author><name>Julia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13085478313416671779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11168336.post-111024279207261171</id><published>2005-03-07T20:44:00.000-04:00</published><updated>2005-03-07T20:46:32.076-04:00</updated><title type='text'>RESUMO DE "AFTER VICTORY", CAP I</title><content type='html'>Para o autor a mais importante conseqüência de uma guerra é a redistribuição do poder criando novos fracos e novos fortes, possivelmente até hegemônicos. Todavia, os perdedores têm de perceber que suas perdas são limitadas e temporárias. Da mesma forma que há uma evolução nos acordos pós-guerra, há uma evolução nas relações internacionais. Dessa maneira, a estabilidade no período que sucede a guerra depende da capacidade dos Estados de desenvolverem mecanismos que controlem o poder e selem laços de compromisso com a ordem a ser mantida, contudo os acordos fixados terão como base o pensamento preponderante nas populações de paises mais fortes, porque são esses pensamentos que se refletem na cultura e identidade nacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Segundo Ikenberry, deter o poder sobre outro Estado pode, após o conflito, dominar (obter maiores ganhos através da força); abandonar (retornar para a pátria) ou transformar (criar um vinculo de lealdade). Essas possibilidades existem devido a um estado de anarquia entre os países, sendo que o mesmo não ocorre dentro dos assuntos internos do país, onde há leis e instituições hierarquizantes. Nesse ponto, o autor apresenta a tese dos realistas, os quais acreditam que a ordem é criada e mantida pelo poder estatal. Assim sendo, eles apresentam duas imagens de formação de ordem na política. Uma é a balança de poder, que explica a política-externa ou interna- como um processo continuo de balanço e ajuste na concentração de poderes ou opositores, e o outro é a teoria dos paises hegemônicos, que por deter poder, outros paises seguem seus desígnios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Abordando as instituições internacionais, são quatro as principais teorias: 1- Neoliberal, na qual as instituições são acordos entre nações e tem como objetivo resolver problemas de caráter supra-nacional, ainda podendo ser fontes de informações ou mecanismos de aplicações (entre outras possibilidades) que fazem reais ganhos conjuntos. Para eles seu valor é ainda maior ao fim de hegemonias, quando garantem a ordem, e antes das hegemonias, assegurando a cooperação entre nações. 2-Construtiva, que vê as instituições como difusas e construídas pela sociedade, proporcionando mapas normativos e cognitivos para interpretação e ação, além de afetar identidades e propósitos dos participantes. 3-Realista, na qual o importante é diminuir a possibilidade de trapaça e a maneira pela qual fornecem informações, 4- Uma ultima teoria que interpreta as instituições como terrenos no qual os paises trabalham, assim, estruturas institucionalistas influenciam na distribuição de poder entre indivíduos ou grupos.Com o tempo, os acordos pós-guerras seguiram em direção a ordem institucionalizada e começaram a tomar características institucionais. Os primeiros acordos dividiam o poder entre os estados mais fortes, porem, através de um processo gradativo, melhor representado pelo ano de 1945, surgiram medidas para a criação de estratégias institucionais para superar os medos de “abandono” e “dominação”. Mas, é enfatizado pelo autor que ainda que por vezes os paises hegemônicos se utilizam das instituições  para manipular outros paises.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11168336-111024279207261171?l=congressodeviena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://congressodeviena.blogspot.com/feeds/111024279207261171/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11168336&amp;postID=111024279207261171' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/111024279207261171'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/111024279207261171'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://congressodeviena.blogspot.com/2005/03/resumo-de-after-victory-cap-i.html' title='RESUMO DE &quot;AFTER VICTORY&quot;, CAP I'/><author><name>Julia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13085478313416671779</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11168336.post-110971119731097046</id><published>2005-03-01T17:06:00.000-04:00</published><updated>2005-03-06T23:19:03.830-04:00</updated><title type='text'>1815: O Mapa do Equilíbrio</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/226/3773/640/viena.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid" src="http://photos1.blogger.com/img/226/3773/320/viena.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Os participantes não se importaram muito com a França pois, como Castlereagh, embaixador britânico, disse, "é inútil destruir a França; seu Código Civil encarregar-se-á disso." &lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11168336-110971119731097046?l=congressodeviena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://congressodeviena.blogspot.com/feeds/110971119731097046/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11168336&amp;postID=110971119731097046' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/110971119731097046'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11168336/posts/default/110971119731097046'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://congressodeviena.blogspot.com/2005/03/1815-o-mapa-do-equilbrio.html' title='1815: O Mapa do Equilíbrio'/><author><name>Dominique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18067597834368032699</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
